Em novembro participei do RD Summit, e voltei com a cabeça fervendo e no melhor sentido possível. E uma das palestras que mais me marcou foi a da Gabriela Prioli.
Além de ser uma comunicadora absurda, ela trouxe pontos que tocaram em temas que a gente vive na pele: autoconfiança, comunicação na prática, autenticidade e até aquela velha conhecida… a Síndrome do Impostora.
Foram aqueles lembretes que dão um chacoalhão, estilo “chinelada”, sabe? Do tipo: “você tem o direito de ocupar o seu espaço” e “comunicação é treino, não dom”.
Transformei tudo isso neste blogpost bem direto, com os 5 aprendizados que mais mexeram comigo, do jeito que a gente gosta por aqui: nada de teoria distante, só aprendizados que cabem na vida real.
Legitime seu próprio palco
A síndrome do impostor visita todo mundo, inclusive quem já chegou longe. A Gabriela reforçou algo que eu também acredito: o crescimento sempre dá um frio na barriga, mas isso não significa que você não merece estar ali.
Comunicação é treino, não dom
Nada de “nasceu com talento”, comunicação é prática, repetição e intenção. É testar, ajustar e entender como você funciona melhor. E isso tira um peso enorme das costas
Vender com ética é parte do jogo
Prioli falou algo muito verdadeiro: vender sustenta o conteúdo. Autopromoção não é feia quando é transparente.
Se você entregar valor, sua venda é legítima.
Conexão e unanimidade
Não adianta querer falar com todo mundo, foque em quem está ali por você, pelo seu conteúdo, pela troca. Profundidade de vínculo vale mais do que alcance vazio.
Autenticidade é a entrega final
A gente conecta com pessoas, não com personagens. A mensagem só dura quando vem de verdade. E liberdade criativa nasce quando você se autoriza ser você, inclusive aprendendo, errando e ajustando. Resumindo o que aprendi as principais palavras seriam: presença, prática e autenticidade.
E se você também esteve no RD ou já ouviu a Prioli falar, me conta nos comentários o que mais te marcou.